segunda-feira, 19 de junho de 2017

PROMOÇÃO DIVIRTA-CE

GANHE INGRESSOS PARA ASSISTIR AO FILME "UM TIO QUASE PERFEITO" NOS CINEMAS

DIVIRTA-CE dará dois pares de ingressos para os primeiros que curtirem a página do blog no Facebook e compartilharem o post do novo filme do ator Marcus Majella com a frase "QUERO IR PARA O CINEMA COM O BLOG DIVIRTA-CE


Abrindo a temporada de férias escolares, Um Tio Quase Perfeito traz para as telonas diversão e emoção para toda a família. Estrelado pelo comediante Marcus Majella, que estreia como protagonista no cinema, a história tem uma harmonia humorística tão eminente que mais parece improviso.
Na trama, Majella vive Tony, um trambiqueiro que, com a ajuda da sua mãe Cecília – interpretada por Ana Lucia Torre –, passa a maioria do seu tempo se disfarçando de diversos artistas de rua para ganhar dinheiro fácil, seja como estátua viva, pastor religioso, ou cartomante. Porém, logo no início do filme, mãe e filho são despejados de seu apartamento, partindo em procura de Angela, a outra filha de Cecília com quem eles não falam há anos por conflitos pessoais. Estando para sair em uma viagem urgente de trabalho, Angela cai na lábia dos dois que se oferecem para cuidar dos seus três filhos. A partir daí, acompanhamos o atrapalhado tio Tony tendo que mudar seus hábitos ao tentar cuidar de crianças com diferentes idade e problemas.

Por mais que o roteiro se passe em um âmbito previsível, e até criando essa sensação na primeira leitura e na vista dos 15 primeiros minutos da narrativa, a trama surpreende ao construir uma comédia sem exageros que, além de provocar boas risadas, consegue deixar um espaço que é agradavelmente preenchido por um drama pontual e suave.

Ao tratar do elenco infantil, merece destaque o diretor do filme, Pedro Antônio, que fez um elogiável trabalho de seleção de atores, pois, todos os personagens do trio dos pequenos são muito bem definidos e engrandecem a história com a mesma qualidade dos adultos. Valentina, interpretada por  e ainda enfrentar os desafios pessoais na escola.


A graça original da comédia aparece na mesma linha que os trechos emotivos: na quebra do convencional. Tony é um malandro, mas não apresenta traços de vilão, ele é apenas um bobalhão que sempre empurrou tudo com a barriga e agora precisa ter responsabilidades, além de tentar conquistar o carinho de seus sobrinhos.

Assim, começa a existir um diálogo natural entre o humor e o drama, mas sem se afastar demasiadamente da comédia: por exemplo, em uma das cenas, Tony tem um momento afetuoso com outro personagem adulto, com direito a trilha sonora melodramática e luzes de fundo escurecidas, só que, no meio do discurso, o protagonista faz um comentário não convencional, provocando uma r

DANÇA

Cia de Dança do BCAD apresenta “O Quinze – A Escassez da Alma”, uma das atrações na abertura do FENDAFOR 2017 
Novo espetáculo da BCAD Cia. de Dança - Bailarinos de Cristo, Amor e Doações, é inspirado na obra da escritora cearense Rachel de Queiroz e será apresentado no dia 27, no Cineteatro São Luiz, durante a abertura do 17º Festival Internacional de Dança de Fortaleza

Escassez, seca, solidão... Uma palavra leva a outra como que numa simples continuidade. Não são estas características inerentes à própria humanidade? Parece um corredor que todos os seres percorrem por necessidade. Podem-se definir estas características apenas por acontecimentos meramente físicos ou externos? O que é uma seca senão algo que primeiramente ocorre dentro dos homens? Essas analogias são feitas através do novo espetáculo do BCAD Cia de Dança – Bailarinos de Cristo, Amor e Doações. A Cia. de Dança BCAD existe desde 1991, antes conhecida por Cia. de Dança Janne Ruth, e tem participado de importantes eventos no Ceará, no Brasil e no exterior, levando formação e realizando apresentações em renomados Festivais. Graças ao trabalho incansável da equipe de criação de espetáculos e a garra dos nossos bailarinos, o BCAD Cia. de Dança tem alcançado enorme destaque trazendo para o Ceará mais de 300 prêmios e o reconhecimento do público e da crítica pelo seu trabalho.
Depois de apresentar o espetáculo “Neura” por três anos, em cidades cearenses, capitais brasileiras e no exterior, e recebendo mais de 15 prêmios e aproximadamente 40 mil pessoas assistindo, o BCAD agora estréia uma nova obra intitulada “O Quinze, A Escassez da Alma”, coreografada por Gleidson Vigne, carioca, diretor da Nimo Cia de Dança do Rio de Janeiro. Gleidson foi bailarino da Quasar Cia. de Dança, do Ballet da Cidade de São Paulo e da Cia. Débora Colker. O novo espetáculo foi pensado, idealizado e pesquisado pela professora Janne Ruth, com o apoio dos bailarinos da Cia de Dança. Textos e laboratórios para “O Quinze” também tiveram influência e participação de Janne Ruth, Ruth Arielle, Felipe Souza, Atenita Kaira e Gleidson Vigne. A direção geral é de Janne Ruth, que completa em 2017 seus 51 anos dedicados à dança. O novo espetáculo é baseado na obra homônima da escritora cearense Rachel de Queiroz.
“O espetáculo “O Quinze” é moderno, apesar de relatar a história da Seca baseado no Livro de Raquel de Queiroz escrito em 1930, seu primeiro romance, mas se refere à Seca de 1915, que foi considerada a pior seca de todas as décadas. Lembrando que há cinco anos o Ceará tem enfrentado uma Seca bastante dolorosa, no qual as pessoas comparam com a estiagem de 1915. No livro a escritora narra toda uma história que tem o município de Quixadá no sertão central como referencia inclusive dos campos de concentração onde ficavam os flagelados da seca. Já no espetáculo eu coloco na coreografia movimentos, cenário, figurino que relatam os campos de Concentração, chamados currais, mas fazendo menção ao município de Senador Pompeu”, explica Janne Ruth, falando sobre o local onde nasceu seu pai e toda sua família. Ruth pesquisou in loco a triste história dos Currais e é de lá que vem sua inspiração.

O ser humano é constituído por uma teia extensiva e intensiva de relações, problemáticas e questões. De tal forma que já não sabemos onde a seca, a tristeza ou a solidão começam, qual vem primeiro, se vem de dentro ou de fora, não sabemos nem ao certo se existe essa divisão entre dentro ou fora. Uma seca começa no nordeste brasileiro e pode se espalhar por todo o país, em questão de pouco tempo. É nesta incapacidade de definir a escassez na modernidade, a BCAD propõe momentos de contraponto dessas questões através da arte. A seca, nos dias de hoje, não é mais um fenômeno do sertão. Não é mais somente um fenômeno que tornava o sertanejo triste porque não teria seus dias de colheita e/ou fartura. Parece que a seca alcançou a área urbana... Com esses questionamentos, o espetáculo “O Quinze – A Escassez da Alma” pretende fazer o público refletir através da dança esse tema tão atual e intrigante que envolve as ações do homem e as inexplicáveis reações da natureza. “Foi triste demais, chamamos tudo isso de Escassez, porque esses currais existem até hoje, a desigualdade social mostra esse cenário abertamente, o pobre o rico, os bairros chiques e as favelas e morros que abrigam a maior parte da população vivendo com muito pouco, quase nada. O que as pessoas sabem sobre os currais? Para quem não sabe, as autoridades estaduais chamavam de “Campos de Concentração”, uma denominação que ainda não era associada ao horror do nazismo alemão. No início do século 20, quando o Nordeste vivia sua pior seca, as autoridades construíram esses campos de concentração, para evitar que os agricultores famintos do Ceará migrassem em massa para a capital Fortaleza. Milhares de famílias viviam nesses currais em condições sub-humanas, amontoados, quase sem comida e água, cercado por guardas, foram sete currais ao todo, estabelecidos perto das ferrovias que os agricultores do sertão cearense usavam para fugir para a capital”, explica Janne em seu trabalho de pesquisa para o espetáculo “O Quinze”.

Os únicos vestígios deste episódio sinistro da História estão em senador Pompeu, município onde nasceu e mora a familia da professora Janne Ruth, um humilde município em pleno sertão do Ceará. Lá ainda estão de pé as carcaças dos prédios onde os guardas faziam o controle ou dos armazéns onde se guardava a pouca comida, inclusive existe uma testemunha viva, D. Carmelia Gomez Pinheiro, filha de um dos vigias do campo. Hoje com 97 anos e uma memória incrível, ela relata que por dia morriam quatro a cinco pessoas de fome, e que era possível ouvir o clamor das pessoas por água e comida.

A relação da família da diretora do Fendafor e do BCAD Janne Ruth com a escritora Raquel de Queiroz começou ainda no final da década de 60. Em 1968 o Pai de Janne, Aldenor Nascimento, engenheiro agrônomo mudava-se com a família, sua esposa D. Atenita e seus quatro filhos, (Pádua, Aldenor Júnior, Aldenita e Janne) para o município de Quixadá, nomeado pelo Governo Federal como o Engenheiro da EMATERCE, naquele município. Lá conheceu nesse mesmo ano a escritora Raquel de Queiroz, que já morava na fazenda herdada de seu pai, Daniel Queiroz Lima, a fazenda chamada “Não me Deixes”, desde 1955 com o marido Oyama. O pai de Janne Ruth foi quem planejou de forma organizada, toda plantação e irrigação da fazenda da escritora e nisso tornavam-se amigos, as duas famílias passavam finais de semana juntos. Janne Ruth diz não lembrar com detalhes dessa história, mas lembra perfeitamente da escritora no alpendre da casa se balançando em sua rede. “Essa relação histórica foi fundamental para a escolha do tema do ballet “O Quinze”, completou Janne.

O BCAD Cia. de Dança estreou “O Quinze” durante o Festival do Conselho Brasileiro da Dança – CBDD, no Rio de Janeiro, em abril deste ano, em apresentação no Teatro do Liceu carioca que arrebatou o público. O novo espetáculo vai estrear no Ceará na noite de abertura do 17º FENDAFOR – Festival Internacional de Dança de Fortaleza, no dia 27 de Junho, no CineTeatro São Luis, às 18h30min, juntamente com outras apresentações, como os primeiros bailarinos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro Cícero Gomes e Karen Mesquita, que apresentam o Gran Pás de Deux de “Diana e Actéon”, uma coreografia de Marius Petipa com direção de Ana Botafogo, o bailarino e coreógrafo brasileiro radicado na Suíça, Marcos Bento, da Tanztheater Cia. De Dança de Baden - Suiça, com a performance “Transit” e a Companhia Pulsar do Maranhão com o espetáculo “Tão Simples Assim”.

O Espetáculo “O Quinze” vai realizar também temporada no Theatro José de Alencar nos dias 2 e 3 de Agosto, e abre ainda o II Festival do Conselho Brasileiro da Dança em Fortaleza, dia 15 de setembro, a convite da Presidente do Conselho Gisela Vaz. Em seguida o espetáculo começa sua circulação por Vitória (Espírito Santo), Recife (Pernambuco) e Porto Alegre (Rio Grande do Sul).

A nova turnê busca o intercâmbio, a troca de experiência, e mostrar o trabalho já bem sucedido do Grupo BCAD nesses 26 anos de atuação cultural, dividindo experiências e habilidades. A aproximação desses dois universos, a dança como experiência estética e a dança como forma de ressocializar o indivíduo, deu ao grupo sua principal característica: uma dança energética e de grande qualidade técnica e artística. O BCAD tem uma bagagem bastante significativa - são 560 alunos atendidos ao ano, 80 nas aulas de Karatê/Natação, 480 nas aulas de Dança, Teatro, Inclusão Digital, Artes, Apoio Pedagógico e Música, todos em situação de vulnerabilidade social. Durante esses 23 anos de Instituição, mais de 17.000 pessoas foram atendidas, 34 espetáculos montados, seis turnês internacionais e 48 nacionais. O Grupo coleciona homenagens, reconhecimentos e 470 prêmios conquistados.

“O Quinze – A Escassez da Alma” tem como patrocinador principal a empresa ENEL CEARÁ.

ENTREVISTA

"LEGADOS INESQUECÍVEIS" DO JORNALISTA JOSÉ AUGUSTO LOPES

BLOG DIVIRTA-CE conversou com um dos grandes nomes da comunicação cearense da nossa época, que acaba de lançar novo livro

Nomes de destaque na sociedade cearense estiveram no Ideal Clube e na Associação Cearense de Imprensa (ACI) para acompanhar o lançamento do livro “Legados Inesquecíveis – de Amor Cearense”, do jornalista José Augusto Lopes. Com prefácio de Guto Benevides e apresentação de Salomão de Castro, e que é dedicada ao desembargador Daniel Augusto Lopes, pai do nobre autor, José Augusto destila em seu novo livro histórias curiosas de pessoas que ele admira e teve contato durante sua vida dedicada ao jornalismo, onde se destacou como colunista social e editor do caderno Gente do Diário do Nordeste por um longo período. José também se notabilizou um exímio crítico de cinema e manteve também coluna dedicada à sétima arte durante anos. Veja entrevista feita por FELIPE MUNIZ PALHANO.
O livro “Legados Inesquecíveis – de Amor Cearense” pode ser adquiridos na secretaria do Ideal Clube e na Livraria Escritores do Ceará, de Gonzaga Mota, situada na Rua Nunes Valente 3291.

DIVIRTA-CE - Como começou sua carreira e seu interesse pelo jornalismo e quais os primeiros veículos de comunicação você já trabalhou?
JOSÉ AUGUSTO LOPES - Se minha profissão não fosse escrever, creio que não saberia fazer outra coisa a contento. Desde menino, já era o editor de um jornalzinho no então Ginásio 7 de Setembro, grande instituição de ensino na qual o notável mestre Edilson Brasil Soárez, que significativamente é personagem do livro "Legados inesquecíveis - de amor cearense", foi fundamental no incentivo ao meu amor pelas letras. Meu pai, desembargador Daniel Augusto Lopes, queria que eu seguisse a carreira jurídica, ainda cheguei a cursar Direito, mas a duras penas. Depois, já mais maduro e independente, fiz valer minha opinião e fui fazer Comunicação Social na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

DIVIRTA-CE - Você já teve outras experiências de trabalho ou já pretendeu seguir outras carreiras?
JOSÉ AUGUSTO LOPES -  Já tive alguns anos de experiência no setor publicitário, que num certo sentido se relaciona bastante ao jornalismo. Trabalhei na A.S. Propaganda e na SG Publicidade, entre outras, e foi na propaganda que conquistei minhas mais significativas premiações. Ganhei duas vezes o Prêmio Profissionais da Rede Globo de Televisão e inúmeros prêmios da revista Propaganda, de São Paulo, inclusive um de caráter nacional, no qual tive como parceiro Audífax Rios (que também está no meu livro), sobre os 30 anos da Rádio Iracema de Fortaleza.

DIVIRTA-CE - Quais as maiores diferenças entre o jornalismo do começo da sua carreira e dos tempos atuais e quais as maiores dificuldades na sua opinião?
JOSÉ AUGUSTO LOPES - No início de minha carreira, nos anos 1960, costumava-se dizer que ainda se podia fazer jornalismo "por amor", ou "com amor", tudo muito diferente da visão predominantemente empresarial do jornalismo de hoje, no qual os interesses comercias imediatos das empresas prevalecem sobre qualquer tipo de eventual idealismo do repórter ou editorialista.

DIVIRTA-CE - Você passou um grande período como colunista e editor de caderno da sociedade. Fale sobre o glamour das coberturas e situações inusitadas da high society cearense que você já viveu em suas coberturas.
JOSÉ AUGUSTO LOPES - Olha, Felipe, é claro que consegui fazer boas e definitivas amizades por meio do colunismo social, mas hoje renunciaria de bom grado a boa parte dessa fase de "glamour" para me dedicar a outros tipos de atividades. Escrever livros, por exemplo..

DIVIRTA-CE - O que você poderia comentar sobre a crise do jornalismo com o aumento de número de mortes de profissionais,  o desemprego e o aumento da comunicação virtual em redes sociais, onde qualquer pessoa pode emitir suas opiniões,  ter seu blog e lançar notícias em seus posts, até com notícias falsas.
JOSÉ AUGUSTO LOPES - A ascensão das redes sociais tem seus prós e contras. Ao mesmo tempo em que pode massificar inverdades, também pode ser o único caminho de se ter acesso à fatos reais ocultos ou manipulados pela grande mídia. É uma arma de dois gumes, mas com um pouco de análise e paciência se consegue, mais ou menos, separar o joio do trigo. A meu ver, entretanto, as qualidades da internet superam seus senões.

DIVIRTA-CE - Como teve a ideia deste novo livro, qual tema principal da obra e fale sobre o processo de criação.  Quanto tempo levou para o livro ser escrito e lançado?
JOSÉ AUGUSTO LOPES - O livro "Legados Inesquecíveis" nasceu da minha necessidade de testemunhar, na qualidade de homem de imprensa, sobre aspectos muitas vezes subestimados, ou desconhecidos, do caráter de pessoas admiráveis. Ninguém é perfeito, mas muitos nomes são injustamente detonados. Meu livro não tem qualquer tipo de coloração política. Existem personalidades meritórias tanto na esquerda como na direita, isso para usar jargões convencionais e frequentemente utilizados. Fui buscar o lado positivo do caráter de cada um dos meus homenageados.

DIVIRTA-CE - Como surgiu essa parceria com o colunista do jornal O Estado, Flavio Tôrres?
JOSÉ AUGUSTO LOPES - A partir de um diálogo com meu amigo Flávio Torres, com quem trabalhei durante muitos anos, surgiu-nos uma série de nomes sobre os quais se poderia fazer um registro digno e isento. A ideia foi tomando forma, começamos a pesquisar e o livro hoje já segue seu próprio curso, servindo de exemplo para publicações congêneres e independente de nós.

DIVIRTA-CE - Quais serão os próximos projetos e desafios de José Augusto Lopes?
JOSÉ AUGUSTO LOPES - O meu próximo projeto é bem mais ambicioso, Felipe, pretendo fazer um amplo registro de várias épocas que vivenciei, numa mistura meio onírica de ficção e realidade. Espero ter fôlego para concretizar este sonho. Sei que é difícil, mas vou tentar.

CINEMA

‘O Jardim das Aflições’ estreia no Shopping Iguatemi 
 
O filme, dirigido pelo pernambucano Josias Teófilo, trata de filosofia e está sendo exibido no Brasil e EUA. O documentário de longa-metragem foi financiado com maior crowdfunding para um filme brasileiro.


Um marco para o cinema nordestino. É assim que começamos a narrar sobre o documentário de longa-metragem “O Jardim das Aflições”. Esse destaque à região Nordeste, dar-se pelo fato do filme ser dirigido pelo pernambucano Josias Teófilo, e ter ultrapassado às fronteiras do Brasil, chegando às salas de cinemas dos EUA.

“O Jardim das Aflições” chegou a Fortaleza, nesta sexta-feira (16), com sessões iniciadas a partir das 21 horas, no cinema UCI Kinoplex do Shopping Iguatemi. O público finalmente poderá conhecer o documentário, filmado em outubro do ano passado na Virgínia (EUA).

O documentário, dirigido pelo diretor pernambucano Josias Teófilo e produzido por Matheus Bazzo, é um estudo poético sobre um dos intelectuais mais influentes do Brasil contemporâneo: o filósofo Olavo de Carvalho. “A originalidade de ‘O Jardim das Aflições’ é tratar de filosofia seriamente”, afirma Josias.

O filme causou repercussão na mídia, ganhando espaço, por exemplo, nos sites Omelete e UOL. “O Jardim das Aflições” foi destaque também na BBC Brasil, nos jornais Correio de Minas, Diário de Pernambuco e Jornal do Commercio, entre outros.

A polêmica é um dos fatores que chama atenção ao filme. “O Jardim das Aflições” foi rejeitado em todos os festivais no qual foi inscrito – decisões nas quais o diretor Josias Teófilo vê um julgamento político, não estético. “O mais curioso é que, apesar da polêmica, não é um documentário político”, diz Josias, que hoje mora em Petersburg, nos Estados Unidos.

O longa retrata o cotidiano do filósofo Olavo Carvalho em sua casa, na Virgínia. A obra capta a atmosfera de trabalho intelectual, convívio familiar e, principalmente, o seu pensamento filosófico — exposto em momentos distintos da sua rotina, com temas específicos encadeados numa narrativa. A dualidade entre a vida cotidiana e a transcendência filosófica é o eixo de sustentação do documentário, que mostra a filosofia corporificada pela sua presença.

Financiamento coletivo

O Jardim das Aflições se diferencia da maior parte da produção cinematográfica brasileira pela forma com que foi viabilizado: sem verba pública, editais ou leis de incentivo, financiado através de uma rede de colaboradores, que se tornam também difusores do projeto. O filme captou cerca de 315 mil reais em três fases de arrecadação, por meio de 2.800 investidores. Foi o maior crowdfunding (financiamento coletivo) já feito no país.

O nome do documentário é homônimo ao livro de Olavo de Carvalho, cujos temas (principalmente a ideia de jardim na tradição filosófica) são tratados no filme. A música original foi composta por Guto Brinholi, compositor brasileiro que mora na Itália, e executada no acordeon pelo músico Vladislav Cojoru.

Nas sessões privadas e nos teasers distribuídos online, “O Jardim das Aflições” têm chamado atenção pela alta qualidade da fotografia, da direção e da trilha sonora.

Palestra

“Por Trás do Jardim das Aflições”, esse será o tema da palestra promovida pelo Grupo de Estudos Veritas, que será ministrada pelo diretor e produtor do filme, Josias Teófilo e Matheus Bazzo, respectivamente. Ambos vão falar sobre os desafios na direção e produção do longa, além dos obstáculos, resultados e repercussão em torno do “O Jardim das Aflições”. O evento é gratuito e acontece neste sábado (17), a partir das 14h30, na rua General Sampaio, 1572 – Centro, Fortaleza (Ceará).

CONCURSO NA SERRA

CEARÁ E MINAS GERAIS SÃO VENCEDORES DO XII FESTIVAL DE INVERNO DA MERUOCA 

Com o anúncio dos os vencedores de sua Mostra Competitiva de Música, foi finalizada na  madrugada deste sábado, 17, para domingo, 18, a 12ª edição do Festival de Inverno da Serra da Meruoca, na cidade serrana de Meruoca, localizada na Zona Norte do Ceará, marcando também o retorno do festival ao calendário cultural do Ceará e do Brasil.

Reunindo em seu encerramento, público de 20 mil pessoas, atesta-se assim, a importância e aceitação do evento, não apenas para a classe artística. Mantendo a tradição, o evento acontece no feriado de Corpus Christi, movimentando toda a região. Desde quinta-feira, 15 de junho, o festival apresentou sua tradicional mostra competitiva de música, reunindo grande público no Estádio Municipal para acompanhar e conhecer os trabalhos de músicos, compositores e intérpretes cearenses e de outros estados do Brasil.

“É uma felicidade imensa voltar a fazer esse festival, concluir uma produção deste porte, ver que a cidade mesmo pequena se esforça pra fazer o festival que faz parte do calendário nacional. É muito bom fazer parte desse momento com a prefeitura de Meruoca, com a Solar e demais parceiros envolvidos”, declara o coordenador da mostra competitiva de música, Pingo de Fortaleza.

Ainda a respeito do  sucesso e a grande repercussão do retorno do festival, o Prefeito Fonteles, agradeceu ao público e garantiu o lançamento e a realização da 13ª edição.

“Superando todas as dificuldades, contamos com a valiosa colaboração dos produtores locais e assim conseguimos superar as expectativas”, declara Arnóbio Santiago, produtor executivo do festival.

Após a premiação, o palco recebeu o show do cantor Raimundo Fagner. A noite também reservou surpresa às 20 mil pessoas presentes. Juntos, Fagner e Guilherme Arantes dividiram o palco cantando músicas de seus repertórios e prestando homenagem também ao cantor Belchior.

Em 3 dias de evento, os palcos do festival receberam além das apresentações dos concorrentes, shows de artistas nacionais  - Byafra e Guilherme Arantes, de atrações cearenses, como, Dona Leda, Dona Zefinha, Lágrimas da PS, Trovador Eletrônico, Júnior e Banda,  e grupo Última Hora.

Para a participação na mostra competitiva de música, a organização recebeu número record de 177 canções dos mais variados estilos,  inscritas oriundas de diversos estados do Brasil - Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e também de  20 cidades cearenses, entre as quais, Meruoca, Sobral, Tianguá, Viçosa do Ceará, Ipu, Crato, Juazeiro do Norte, Barro, Ocara, Pacajus, Maracanaú, Aquiraz, entre outras.






Confira os vencedores



1º - Dá-me a Ti – Edu Asaf (Sobral-CE)

2º - Casa dos Viajantes – Zebeto Corrêa (Belo Horizonte – MG)

3º - Prece – Eudes Fraga (Pedra Branca – CE)

Música de aclamação popular – Forró do Luiz – Cumpade Barbosa

Melhor intérprete: Lúcio Ricardo (Pedra Branca–CE)



As músicas vencedoras foram agraciadas com as  premiações: 1.º lugar - R$ 8.000,00 (Oito mil reais) e troféu; 2.º lugar - R$ 5.000,00 (Cinco mil reais) e troféu; 3.º lugar - R$ 3.000,00 (Três mil reais) e troféu;Música de aclamação popular: R$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos reais) e troféu e Melhor intérprete: R$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos reais) e troféu.



A comissão julgadora foi composta por: Alan Mendonça (produtor cultural, escritor, compositor e poeta), Nirton Venâncio (poeta, roteirista e cineasta), Arnóbio Santiago (produtor executivo do Festival de Inverno da Serra da Meruoca), Haroldo Holanda (pesquisador, produtor e apresentador do programa O Som dos Festivais, da FM Assembleia), Carina Oliveira (vereadora de Meruoca) e Valdir Ferreira (crítico literário e musical da cidade de Sobral-CE).



Realizado tradicionalmente no feriado de Corpus Christi, é o único festival musical inspirado nos clássicos festivais de MPB da década de 1960, com gênero competitivo e em atividade contínua no estado do Ceará e com maior número de edições, é um recorte da produção musical brasileira. O festival é referência no calendário de eventos do gênero e movimenta a cadeia produtiva da região fomentando também o turismo local.



XII Festival de Inverno da Serra da Meruoca. Realização: Prefeitura Municipal de Meruoca. Realização da Mostra Competitiva de Música: Associação Cultural Solidariedade e Arte – SOLAR.  Apoio: Governo do Estado do Ceará, Sesc, Sebrae, Skol, Assembleia Legislativa do Ceará.

                                                                                  

Serviço

XII Festival de Inverno da Serra da Meruoca

Eliminatórias: dia 15, 16 e 17 de junho em Meruoca-CE

Mais informações: 085 - 3226 1189 / 99987 7321 / 9911 0941

associacaosolar@gmail.com
www.meruoca.ce.gov.br

https://www.facebook.com/festivaldameruoca/

 

NOTÍCIAS DA UFC


Jardim Musical, na Casa de José de Alencar, comemora 62 anos de instalação da UFC

A comunidade universitária e o público em geral têm encontro marcado no dia 25 de junho. É quando acontece mais um evento Circuito UFC-Arte, em comemoração do 62º aniversário de instalação da Universidade Federal do Ceará.

Das 9h às 12h, na Casa de José de Alencar, 185 artistas se apresentarão na edição Jardim Musical. Participam a Camerata da UFC, o Coral da UFC, o Coral do Instituto de Cultura e Arte (ICA), a Banda Sinfônica da UFC e o Grupo de Música Percussiva Acadêmicos da Casa Caiada.

Em um piquenique a céu aberto, o público será convidado a levar e estender toalhas, tapetes e esteiras, junto a amigos e familiares, durante as apresentações. Na ocasião, ainda haverá expositores de artesanato e de gastronomia.

Durante as apresentações musicais, o artista Levi Mota Muniz fará pinturas alusivas a UFC num cavalete que será colocado por entre as árvores do jardim da Casa de José de Alencar. A intervenção artística integra o projeto Fórum de Intervenções do ICA (FICA), nascido a partir da reunião convocada pela Direção do ICA sobre as intervenções no Mural de Moda em 2017.

"Nosso intuito é gerar frutos permanentes para o Instituto no que concerne aos aparelhos de interação das pessoas com o espaço e das pessoas com as pessoas", informa Bárbara Duarte, produtora cultural da UFC.

O evento é uma realização da Secretaria de Cultura Artística (Secult-Arte), com apoio da Casa de José de Alencar e do Curso de Música da UFC. A Casa de José de Alencar está localizada na Av. Washington Soares, 6055, Messejana.

Fonte: Secretaria de Cultura Artística da UFC (Secult-Arte) – fone: 85 3366 7831

Crédito da imagem em anexo: Banda Sinfônica da UFC (Pedro Humberto)

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Biblioteca Central recebe exposição do artista maranhense Rubens Amaral

A Biblioteca Central Prof. Francisco José de Abreu Matos, localizada no Campus do Pici Prof. Prisco Bezerra da Universidade Federal do Ceará, está recebendo durante todo o mês de junho, no hall de entrada, a exposição Brasil: óleo sobre tela, do artista plástico maranhense Rubens Amaral.

A iniciativa marca oficialmente o lançamento do Arte na Biblioteca, projeto que busca consolidar a inserção de atividades artístico-culturais na lista de serviços oferecidos pela biblioteca.

Brasil: óleo sobre tela, que segue até o dia 30, é composta por 24 quadros, disponíveis também para venda, e já passou por outras capitais, como João Pessoa, Teresina, São Luís, Belém, Manaus.

Com um estilo impressionista, o artista plástico retrata em suas telas diferentes paisagens brasileiras, como cenas do cotidiano de pescadores e de pequenos vilarejos, praias, marinas, florestas e casarios coloniais.

Ex-aluno do mestre maranhense Newton Pavão (1903-1977), Rubens tem uma técnica mista, utilizando simultânea ou alternadamente pincéis, espátulas ou mesmo os dedos para criar suas obras.

ARTE NA BIBLIOTECA – Projeto criado pela Biblioteca Central em parceria com a Secretaria de Cultura Artística da UFC (Secult-Arte), o Arte na Biblioteca vem promovendo atividades artísticas e culturais desde março de 2017. Integram o projeto o Cineclube BCCP, o Livros Livres, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, entre outras iniciativas.

Fonte: Islânia Castro Teixeira da Silva, Diretora da Biblioteca Central Prof. Francisco José de Abreu Matos – fone: 85 3366 9515

Crédito das imagens em anexo: Aline Mendes/UFC

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Casa de José de Alencar recebe espetáculo Offeu nesta quarta-feira (21)

A Casa de José de Alencar, equipamento cultural da Universidade Federal do Ceará, apresenta, nesta quarta-feira (21), às 15h, a peça Offeu, do Grupo de Estudos e Práticas de Teatro (PesquisAtores) da Universidade Estadual do Ceará (Uece).

Livremente inspirado na obra Coraline e o mundo secreto, de Neil Gaiman, o espetáculo conta a história de um pai que tenta manipular os filhos através de uma inteligência artificial. A entrada é gratuita e a censura é de 12 anos.

SOBRE O GRUPO – O PesquisAtores é um projeto de extensão orientado pela Profª Kadma Marques. Com três anos de existência, o grupo é composto por integrantes oriundos da Uece e da comunidade, com um total de 15 participantes. Tem como objetivo realizar pesquisas e experimentações sobre arte para produções artísticas e acadêmicas.

Fonte: Fred Pontes, diretor da Casa de José de Alencar – fones: 85 3229 1898 e 3276 2379​

CULTURA POPULAR

Fortaleza recebe o projeto Lamparina de Histórias

Depois de São Gonçalo do Amarante é a vez de Fortaleza receber o Lampiranas de História - Festival de Contos Populares, com programação gratuita no Centro Cultural Banco do Nordeste nesta sexta-feira, 23, e sábado, 24.
Chegando em sua décima sexta edição, o Lamparina de Histórias – Festival de Contos Populares reúne grandes narradores do estado, entre os dias 23 e 24 de junho, no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza. Serão 12 atrações gratuitas, além de feira de artesanato, livros e cordéis.
Depois de passar pelo Pecém, em São Gonçalo do Amarante, com grande sucesso nas escolas públicas e praças, a décima sexta edição do projeto Lamparina de Histórias – Festival de Contos Populares reúne, agora em Fortaleza, no Centro Cultural Banco do Nordeste do Brasil (CCBNB), grandes narradores do estado nos dias 23 e 24 de junho em. Serão 12 atrações gratuitas, além de feira de artesanato, livros e cordéis.

 O Lamparina é um dos principais festivais de valorização do narrador tradicional e da pessoa idosa.
Apoiado pela Enel Geração Fortaleza, Banco do Nordeste, Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, através do IX Mecenas do Ceará e Ministério da Cultura, o projeto tem marcado o calendário cultural de Fortaleza e São Gonçalo do Amarante como uma ação de valorização da tradição oral, terceira idade e cultura popular.

O compromisso é de compartilhar a sabedoria popular para as novas gerações com a participação de mestres consagrados local e nacionalmente como o Mestre Lucas Evangelista (Crateús - CE), Jiddu Saldanha (RJ), grupo Dona Zefinha (Itapipoca), Tamara Bezerra, Auristela Câmara, Terezinha Rabelo e Rede Mnemosine. Ainda na programação estão confirmadas a participação dos contadores de histórias do Instituto Chico Mota, Maria Rita Mota, Kelvia Piragibe e Luisete Carvalho
O projeto Lamparina de Histórias: Festival de Contos Populares reúne contadores de histórias da terceira idade e amantes da arte narrativa. “Celebramos a memória oral daqueles que sabem guardar por tanto tempo uma boa história”, explica Júlia Barros coordenadora geral do projeto, que já visitou 12 municípios cearenses e alcançou um público cerca de 50.000 mil pessoas. 

                 
Sobre o Lamparina de Histórias

O projeto já esteve em 12 cidades do Ceará: Aquiraz (sede e Batoque), Assaré, Canindé, Caucaia (Boqueirão dos Cunhas), Fortaleza (João XXIII, Dias Macedo, anfiteatro do Centro Cultural Dragão do Mar e Centro Cultural Banco do Nordeste), Itarema, Saboeiro e São Gonçalo do Amarante (sede, Pecém e Taíba), resultando num documentário sobre a prática destes velhos narradores, incluindo as cidades de Beberibe, Hidrolândia, Guaramiranga e Itapipoca.

O Lamparina de Histórias: Festival Nacional de Contos Populares é um evento cultural que reúne narradores tradicionais, urbanos e amantes da velha arte de contar histórias para a celebração da palavra através dos causos, lendas, adivinhas, cordéis, pertencentes à literatura oral e outras manifestações da cultura popular, num grande festejo do fazer narrativo.



Lamparina de Histórias no CCBNB/Fortaleza

21 de junho, quarta-feira



Instituto Chico Mota, Rua João Firmino, 66, Montese, 9h

Histórias para mudar o mundo com Auristela Câmara e Júlia Barros



23 de junho, sexta-feira

Exposição de artesanatos, cordéis e livros

10h - Roda de histórias com narradores tradicionais da terceira idade: Mestre Lucas Evangelista, D. Terezinha Rabelo e Sr Raimundo, mediação de Tâmara Bezerra.

12h - Recital de cordel com as cordelistas da rede Mnemonise.

14h - Contação de histórias com narradores da terceira idade do Instituto Chico Mota.

14h30min - Oficina de dança, com o Coco do Pecém.

17h - Apresentação do Coco do Pecém.

18h - Peleja de viola e narrativas com o Mestre Lucas Evangelista.



24 de junho, sábado

Exposição de artesanatos, cordéis e livros

10h - Bate-papo: Memórias afetivas com a neuropsicóloga Juliana Lemos e Luisete Carvalho, contadora de histórias.

12h - Peleja de Viola com o Mestre Lucas Evangelista (Crateús/CE).

14h - Contação de histórias do livro A tardinha... Baseado em 90 vivas tardinhas (Memória de Idosos) - Instituto Unimed Fortaleza.

14h30 - Oficina de gestos para narradores, com  o mímico e contador de histórias Jiddu Saldanha (RJ).

18h - Gilgamesh e outras histórias, com Jiddu Saldanha.

19h - Show com a banda Dona Zefinha (CE).

Mais informações:

E-mail: lamparinadehistorias@gmail.com

Facebook e Instagram: Casa da Prosa

"SAFRA"

Tiago Sullivan lança primeiro disco autoral em show no Teatro Sesc Iracema


O cantor e compositor Tiago Sullivan lança seu primeiro álbum autoral “Safra”, em show no próximo dia 21, às 20 horas, no Teatro Sesc Iracema, na Praia de Iracema.  Realização de um sonho profissional, o disco traz uma textura folk, com elementos de blues, country e rock clássico. O violão é o instrumento principal em todas as faixas. No show, contará com a participação dos músicos que fizeram parte da gravação do disco "Safra": Túlio de Melo (baixo), André Reis (gaita) e Rodrigo Cardoso (violino).
Já conhecido no cenário musical local por sua atuação como vocalista da banda TS Band, Tiago Sullivan exibe, no show, sua vertente de compositor. No repertório, o público poderá conferir suas canções “Três”, “Na Cortina”, “Faça Valer Girar”, “Porto Seguro”, “Intuição”, “Ponto Final” e “Um Dia Quase Normal”.  “São músicas de qualidade que espero atingir o público.  São composições que reúnem as diferentes influências que assimilei ao longo de minha trajetória profissional”, define.
O disco “Safra”  é a concretização de um sonho. Aos  14 anos de idade, quando começou a tocar nos bares, idealizou esse projeto. Mais tarde, aos 30 anos, deu os primeiros passos no rumo de realizá-lo, ao gravar de forma mais crua  as suas composições.  “Só agora foi possível realizar o sonho de garoto. Tem a época do plantio e da colheita. Através desse projeto, estou investindo pesado na minha música e no lado compositor, o que é um momento extremamente importante para minha carreira musical”, destaca.


Perfil

Nascido em Fortaleza, em 1985, Tiago Sullivan ingressou nos caminhos da música aos 14 anos, em 1999. Depois de fundar e participar de algumas bandas, em Fortaleza, agora está em carreira solo e com um ''super  time'', batizado de TS Band (ou Tiago Sulliva's Band).
Ao longo de sua trajetória profissional, Tiago Sullivan  já fez vários shows , em Fortaleza e em mais de 20 cidades do Ceará , incluindo Guaramiranga, Juazeiro do Norte e Sobral, além de outras capitais como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba. Em suas performances, já homenageou nomes consagrados da música como The Eagles, Creedence Clearwater Revival, Double Brothers, John Mayer, The Beatles, Elvis Presley e Raul Seixas.


Em Fortaleza, seja cantando sozinho ou acompanhado de sua banda, tem uma agenda lotada de shows durante a semana em diferentes casas noturnas, bares e restaurantes que oferecem música ao vivo.  Em 2015, Tiago Sullivan apresentou o show “DNA Folk”, quando exibiu pela primeira vez as composições de sua autoria que, hoje, estão reunidas no disco “Safra”.


Serviço:

Local: Teatro Sesc Iracema - Rua Boris, 90 – Praia de Iracema

Dia 21 de junho

Hora: 20 horas

Informações :0800 275 5250

domingo, 11 de junho de 2017

SHOW

MC Kevinho se apresenta pela primeira vez em Fortaleza
 
O dono do hit “Olha a explosão”, se apresenta pela primeira vez em Fortaleza nesta quarta-feira (14), véspera de feriado, no Parque do Vaqueiro
 
Uma das grandes revelações do funk deste Verão, MC Kevinho, desembarca pela primeira vez na capital cearense nesta quarta-feira (14), véspera de feriado, para mais um grande show. O dono do hit "Olha a explosão", o artista que tem lotado casas de shows de todo o país vai comandar a noite no Parque do Vaqueiro.
Aos 18 anos, Kevin Kawan de Azevedo, o Kevinho, é apontado como um dos fenômenos do cenário funk de São Paulo. Ele despontou com a faixa “Tumbalatum” (174 milhões de visualizações) e em seguida veio “Olha a explosão” (157 milhões). Kevinho começou a cantar aos 14 anos e faz parte do casting da produtora paulista Kondzilla, junto com MC G15 (“Deu onda”) e MC Livinho (“Tudo de bom”).


Uma versão de “Olha a explosão” foi gravada por Kevinho em parceria com Wesley Safadão. A faixa, que misturou a batida do funk com o arranjo do forró, é uma das mais executadas atualmente nas rádios do Brasil. O vídeo também já possui mais de 40 milhões de visualizações no YouTube. “Tá Bombando é”, “Turutum” e “Mais um dos 4M” são outros sucessos do funkeiro que estão garantidos no set-list desse show. Durante a apresentação no Parque do Vaqueiro, MC Kevinho promete agitar o público com um repertório repleto dos maiores sucessos do funk atual.


SERVIÇO:

Quando: quarta-feira, dia 14 de junho (véspera de feriado)

Onde: Parque do Vaqueiro (Rod. Pres. Juscelino Kubitschek, 1548, Caucaia - CE)

Valores: R$ 25 (2º lote)

Vendas: Farmácias Pague Menos (Montese, Carlito Pomplona, Caucaia, Fátima, Parangaba, Maraponga, Centro, North Shopping Fortaleza, North Shopping Jóquei e Shopping Parangaba)

Informações: (85) 99195.5741


Fotos em anexo: divulgação

Clipes: https://www.youtube.com/watch?v=3yd_eoMOvqk

https://www.youtube.com/watch?v=-PH4S7IPQxU

quarta-feira, 7 de junho de 2017

DANÇA

Espetáculo "Rara" do coletivo No barraco da Constância tem! estreia montagem contemplada pelo prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 


O trabalho Rara surge como o desenvolvimento de uma pesquisa iniciada em 2013 por Honório Félix e William Pereira Monte através da peça coreográfica New general catalogue (2013), realizada junto à disciplina de Metodologia da Pesquisa em Dança no curso superior de bacharelado em Dança da Universidade Federal do Ceará (UFC), e da instalação Bubble deep field (2016), realizada junto a uma mostra de instalações para a programação da Bienal de Internacional de Dança do Ceará – De par em par.
Levando para dentro da caixa cênica um jardim, o espetáculo Rara propõe imergir relações presentes no lugar fronteiriço entre o saber e o não-sabido. Através das atividades comuns à espécie humana de nomear, identificar, organizar, categorizar, listar etc., o espetáculo busca rearranjar as ordens e os sentidos, questionando o lugar do conhecimento. Na busca por diminuir as distâncias e realizar outros agrupamentos, ampliando as possibilidades de diverso e fazendo surgir outras histórias, nos perguntamos o que o corpo pode dizer de si mesmo e por si próprio ao se descobrir não-nomeado.
Rara é um espetáculo que investiga, em sua concepção cênica, uma forte interação com elementos audiovisuais, que se apresentam desde sonoridades a materialidade de objetos, como também na corporeidade dos intérpretes.
“Lançado em 2005 pela Funarte, o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna tem o objetivo de apoiar a produção nacional de dança e a manutenção de grupos e companhias em todas as regiões do país. Rara se apresenta como o primeiro espetáculo do No Barraco da Constância tem! contemplado com tal premiação de projeção nacional”.
Saiba mais sobre o coletivo No barraco da Constância tem!
No barraco da Constância tem!
Desde o ano da sua fundação, em 2012, o Barraco vem se estabelecendo na cidade de Fortaleza com atividades intensas de criação, de circulação e de proposição.
O grupo é oriundo da junção de pessoas com formações diversas, principalmente nas áreas de Dança e de Teatro, mas que também desenvolvem investigações a partir de outras linguagens e hibridações.
Comprometidos e engajados com as fricções entre realidades, visam continuar experimentando tentativas de liberdade que emergem de uma certa urgência em fazer aquilo que lhes cabe.
Conheça um pouco mais do trabalho no Facebook
http://www.facebook.com/barracodaconstancia
Serviço
O que: Espetáculo Rara
Quando: 12, 19, 26 de maio e 9,16,23 de junho de  2017
Horário: 20h
Onde: Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - Rua Dragão do Mar 81, Praia de Iracema - CEP: 60060-390 - Fortaleza/CE
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) / 5,00 (meia), direto no local
Classificação de indicação etária do público: 16 anos.

ESPORTE

Do Ceará para o mundo

Juliana Felisberta e Carol Máximo disputam  Circuito Mundial de Vôlei de Praia em Mônaco

Na foto, a dupla com a equipe técnica

A medalhista olímpica e nove vezes campeã mundial, Juliana Felisberta, viaja nesta sexta feira (9), para o principado de Mônaco, na França, para disputar mais uma etapa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Juliana, que já recebeu o título de melhor jogadora do mundo por três vezes, tem nova parceira: a promissora Carol Máximo.


A dupla tem treinado na academia R9, uma das franquias no país do Ronaldo 'Fenômeno'.  Logo após a etapa de Mônaco, a maratona das rainhas das praias cearenses continua na China entre os dias 23 a 25 de junho. Seguido por Croácia, de 27 a 02 de julho e se encerra na Suíça de 4 a 9 de julho.
Juliana Felisberta e Carol Máximo, agora residentes em Fortaleza, viajam por conta própria e por amor ao esporte. "Queremos dar o melhor de nós, porque fazer menos do que isso seria sacrificar nosso sonho" é o que diz Juliana sobre o circuito mundial de 2017.

MÚSICA CEARENSE

Patrick Lima apresenta Turnê Realejo com o Show Sarau do Zodíaco

Em ritmo de baladas caracterizadas como MPB-E (Música Poética Brega Espacial), o músico e compositor Patrick Lima apresenta, a partir do dia 19 de maio, às 20h, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi (gratuito), a Turnê Realejo com o Show Sarau do Zodíaco. As apresentações seguem no SESC Emiliano Queiroz por todas sextas do mês de junho (ingressos R$ 10 e R$ 5).

Após o lançamento do seu disco intitulado Realejo, Patrick Lima segue agora em seis apresentações para divulgar o seu novo disco, lançado em agosto de 2016, o segundo disco numa trajetória de 7 anos de arte, depois de uma temporada de 32 shows por todo o Ceará.

Realejo apresenta entre as músicas e poesias do álbum, performances que abordam como tema principal, a não violência contra a mulher. Já em 2017, dando continuidade a segunda temporada da Turnê Realejo, o projeto Multiverso apresenta o show ‘Sarau do Zodíaco’, que narra a história da paixão conflituosa entre um casal de Áries e Virgem, até a chegada de um Escorpiano na trama.
O mix de músicas e poemas são apresentados em arranjos e versões diferenciadas, com loops e efeitos que remetem a uma viagem pelos sentidos, despertando assim, sentimentos e emoções intensas.

Sobre o artista

Versando do amor e sentimentos diversos, Patrick Lima e o Multiverso traduz em poesias e canções, afetos autênticos que estão sempre à flor da pele.

Em ritmo de baladas caracterizadas como MPB-E (Música Poética Brega Espacial), Patrick Lima apresenta como uma das principais características do seu trabalho a mescla de várias vertentes da arte, como música, performance e poesia, unindo vários universos artísticos em um sistema multifacetado, onde o palco de suas apresentações torna-se o seu multiverso.

Sobre a Turnê Realejo com o Show Sarau do Zodíaco:

Numa narrativa poética, cênica e musical o show transcende a tradicional proposta de um musical e se revela um verdadeiro Sarau. Um sarau onde cada expectador tem a chance de fazer sua própria leitura a partir do triângulo amoroso entre personagens dos signos de Virgem, Áries e Escorpião.

Passeando pelo Zodíaco e pelas artes, uma forte história de amor é cantada e contada. Assim, são abordados temas atuais na sociedade, tais como, a homofobia, traição, machismo, ciúmes, política, amor e relacionamentos abusivos.
O artista aproveita ainda para de forma bem humorada, tratar o dualismo entre astronomia e astrologia.

JOÃO LIMA (fotos de Patrick) e SAULLO ALVES (fotos do disco)

Serviço:
Turnê Realejo: Sarau do Zodíaco
Data: 19 de maio, Livraria Saraiva – Shopping Iguatemi - 20h - Gratuito
Datas de Junho: 02 - 09 - 16 - 23 – 30 - SESC Emiliano Queiroz - 20h (R$ 10 Inteira l R$ 5 Meia).

FESTIVAL DE CONTOS POPULARES

Fortaleza e São Gonçalo recebem o projeto Lamparina de Histórias

Chegando em sua décima sexta edição, o Lamparina de Histórias – Festival de Contos Populares reúne grandes narradores do estado entre os dias 8 e 9 de junho no município de São Gonçalo do Amarante e entre os dias 23 e 24 de junho em Fortaleza. Serão 20 atrações gratuitas, além de feira de artesanato, livros e cordéis.

Apoiado pela Enel Geração Fortaleza, pelo Banco do Nordeste, pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, através do IX Mecenas do Ceará e Ministério da Cultura, o projeto tem marcado o calendário cultural de Fortaleza e São Gonçalo do Amarante como uma ação de valorização da terceira idade, oralidade e cultura popular.
O compromisso é de compartilhar a sabedoria popular para as novas gerações com a participação de mestres consagrados local e nacionalmente como o Mestre Lucas Evangelista (Crateús - CE), Jiddu Saldanha (RJ), grupo Dona Zefinha (Itapipoca), Banda Carmim (Fortaleza) Aldenor Miranda (São Gonçalo) Tamara Bezerra, Fatima Mendes. Ainda na programação estão confirmadas a participação dos contadores Fátima Mendes, Liliane Matos, Galeguinho, Airton Barbosa, Coco do Pecém, Gonçalo, Terezinha Rabelo, Instituto Chico Mota, Maria Rita Mota e Kelvia Piragibe.
                                                              
O projeto Lamparina de Histórias: Festival de Contos Populares reúne contadores de histórias da terceira idade e amantes da arte narrativa. “Celebramos a memória oral daqueles que sabem guardar por tanto tempo uma boa história”, explica Júlia Barros coordenadora geral do projeto, que já visitou 12 municípios cearenses e alcançou um público cerca de 50.000 mil pessoas.  

Sobre o Lamparina de História

O projeto já esteve em 12 cidades do Ceará: Aquiraz (sede e Batoque), Assaré, Canindé, Caucaia (Boqueirão dos Cunhas), Fortaleza (João XXIII, Dias Macedo, anfiteatro do Centro Cultural Dragão do Mar e Centro Cultural Banco do Nordeste), Itarema, Saboeiro e São Gonçalo do Amarante (sede, Pecém e Taíba), resultando num documentário sobre a prática destes velhos narradores, incluindo as cidades de Beberibe, Hidrolândia, Guaramiranga e Itapipoca.

O Lamparina de Histórias: Festival Nacional de Contos Populares é um evento cultural que reúne narradores tradicionais, urbanos e amantes da velha arte de contar histórias para a celebração da palavra através dos causos, lendas, adivinhas, cordéis, pertencentes à literatura oral e outras manifestações da cultura popular, num grande festejo do fazer narrativo.

Programação
Praça do Pecém
08 de junho, quinta-feira
Exposição de artesanatos, livros e cordéis
9h - Contação de histórias com Fátima Mendes, na Escola Euclides Pereira Gomes.
14h - Contação de histórias com Liliane Matos, na Escola Euclides Pereira Gomes.
15h - Oficina Memória de pescadores com Júlia Barros.
17h30min - Apresentação com o Coco do Pecém, na Praça do Pecém.
18h - Contação de histórias com Tâmara Bezerra, na Praça do Pecém.
19h - Apresentação com a quadrilha Filhos do Sol, na Praça do Pecém.

09 de junho, sexta-feira
Exposição de artesanatos, livros e cordéis
8h - Contação de histórias na Escola Gov. Tasso Jereissati.
8h45min - Contação de histórias na Escola Municipal Socorro Gouveia
9h30min - Contação de histórias no Polo ABC de São Gonçalo do Amarante.
14h - Recital de Cordel com o cordelista Raimundo Nonato Abreu, na escola Euclides Pereira.
18h - Maratona de histórias com narradores de São Gonçalo do Amarante - Cordelista Raimundo Nonato Abreu, Aldenor Miranda, Galeguinho e Airton Barbosa na Praça do Pecém.
19h - Forró pé de serra com a Banda Carmim, na Praça do Pecém.

Lamparina de Histórias no CCBNB/Fortaleza
23 e 24 de junho, sexta-feira
Exposição de artesanatos, cordéis e livros

10h - Roda de histórias com narradores tradicionais da terceira idade: Mestre Lucas Evangelista, D. Terezinha Rabelo e Sr Raimundo, mediação de Tâmara Bezerra.
12h - Recital de cordel com as cordelistas da rede Mnemonise.
14h - Contação de histórias com narradores da terceira idade do Instituto Chico Mota.
14h30min - Oficina de Coco, com Aldenor Miranda.
17h - Apresentação do Coco do Pecém.
18h - Peleja de viola e narrativas com o Mestre Lucas Evangelista.

24 de junho, sábado
Exposição de artesanatos, cordéis e livros

10h - Bate-papo: Memórias afetivas com a neuropsicóloga Juliana Lemos e Maria Rita Mota, contadora de histórias e coordenadora do Instituto Chico Mota. 
12h - Peleja de Viola com o Mestre Lucas Evangelista (Crateús/CE).
14h - Contação de histórias do livro A tardinha... Baseado em 90 vivas tardinhas (Memória de Idosos) - Instituto Unimed Fortaleza.
14h30 - Oficina de gestos para narradores, com  o mímico e contador de histórias Jiddu Saldanha (RJ).
18h - Gilgamesh e outras histórias, com Jiddu Saldanha.
19h - Show com a banda Dona Zefinha (CE).
 

DELÍCIA


Patisserie Sable Diamante pretende tornar o Dia dos Namorados uma comemoração ainda mais especial

O  dia dos namorados é comemorado no Brasil dia 12 de junho, a data é véspera do dia de Santo Antônio, considerado o Santo Casamenteiro. Nesse dia, casais de todo o país, comemoram o amor, ou, como diz a música: "A sorte de um amor tranquilo". 

Pensando em criar um clima perfeito para os casais, a Patisserie Sable Diamante, abrirá nessa segunda-feira, 12 cheia de surpresas. Além da trilha sonora romântica e ambiente intimista, os casais que fizeram a reserva vão poder brindar com uma taça de espumante, como cortesia da casa, além de serem presenteados com um doce especial. Tudo para deixar o momento a dois ainda mais especial.

A Sable Diamant oferece ainda cardápio exclusivo, assinado pelo Chef Felipe Cicconato e opções para presentear a pessoa amada, como as caixas de bombons recheados e macarrons especiais.

Serviço:
Dia dos Namorados na Sable Diamant
Rua Doutor José Lourenço, 1414
Reserva: 30515074
Horário de funcionamento especial de Dia dos Namorados 12h as 21h

segunda-feira, 5 de junho de 2017

PROMOÇÃO

BLOG DIVIRTA-CE leva você ao cinema para assistir o filme "Amor.com"

Comédia com Isis Valverde se inspira em digital influencers para romance improvável

CURTA A PÁGINA DO BLOG DIVIRTA-CE NO FACEBOOK E COMPARTILHE O POST DE "AMOR.COM" NA SUA PÁGINA PESSOAL COM A FRASE "QUERO IR PARA O CINEMA COM O BLOG DIVIRTA-CE!" - AS PRIMEIRAS CINCO PESSOAS GANHAM O PAR DE INGRESSOS PARA CONFERIR O FILME

Os roteiristas de Amor.com precisaram se atualizar para manter a trama fiel às mudanças tecnológicas que surgiram desde que o filme foi idealizado. Os usuários do Orkut migraram para o Facebook e o MSN caiu em desuso, sendo substituído por outras plataformas de bate-papo, e a internet foi tomada pelos chamados influenciadores digitais, que à época já existiam, muito embora sem a denominação. Responsáveis por se tornar o retrato das redes sociais na atualidade, eles serviram de inspiração para o longa-metragem, que estreia hoje nos cinemas.

Dirigido por Anita Barbosa, a produção joga luz sobre a interferência do mundo virtual nas relações reais com humor recheado de referências a esse universo. Katrina, interpretada por Isis Valverde, é uma blogueira de moda requisitada e popular, enquanto o nerd Fernando (Gil Coelho) ainda tenta cativar seguidores com um canal sobre games. Os dois personagens se envolvem de maneira improvável e acabam assumindo um relacionamento cujo destino está diretamente atrelado às redes sociais. "O filme é todo sobre como eles se conheceram e o que vem com isso, principalmente com a atuação de pessoas que tecem comentários maldosos sobre o namoro, os haters. Eles são pessoas públicas e dialogam diretamente e sem filtros com seus fãs e com os que se interessam pelo trabalho", resume a diretora.

Se o resto do elenco precisou fazer testes e passar por avaliações para embarcar no projeto, o papel de Katrina foi feito especialmente para Isis, que passou por laboratórios para "aprender" os trejeitos de uma blogueira, que incluem o ângulo certo para fazer selfies e a maneira de se portar em eventos. "Ela entrou antes e participou do processo de roteiro. A personagem foi feita pensando nela mesmo. Sua força e dedicação em querer acertar e fazer tudo perfeito são grandes", elogia Anita. O par romântico, Gil Coelho, veio depois. O ator conta que as semelhanças entre o blogueiro e si próprio se restringem aos óculos usados em cena, que é semelhante ao dele. "Ele é muito bonzinho, inocente, tenho nada a ver com ele (risos). Tentei aprender e roubar um pouco dessa bondade do Fernando", brinca Gil.

O canal de Fernando opera sob a direção de Panda (João Cortês), um geek inveterado cuja característica principal é a confiança no crescimento do vlog e em si mesmo. "Ele chega numa festa e tem a certeza que vai beijar todas as meninas ali, mas na verdade acaba beijando ninguém!", revela o ator. Para interpretá-lo, ele precisou de uma verdadeira aula sobre jogos digitais e se aprofundar no que descobriu ser um universo até então desconhecido. "Não sou tão nerd assim. Sou apaixonado por cinema e televisão, mas não acompanho canal de games ou quadrinhos. Tive que aprender a jogar uns jogos e descobrir até o que era RPG. Sabia nem jogar War. Mas foi legal, é um ambiente totalmente diferente", avalia. Amor.com tem participação de César Cardadeiro, Marcos Mion, Carol Portes, Joaquim Lopes e Alexandra Richter. (Fonte: Diário de Pernambuco / Por: Matheus Rangel)

ENTREVISTA

Estrelas da dança se encontram no Fendafor 2017

Primeiro bailarino do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Cícero Gomes se apresenta no 17º Festival Internacional de Dança de Fortaleza

FOTOS: REGINALDO AZEVEDO
 
O maior evento da dança do Ceará, o FENDAFOR - Festival Internacional de Dança de Fortaleza, está com inscrições abertas e já começa a anunciar a maratona de espetáculos, oficinas e outras atrações para a sua 17ª edição. O Festival acontecerá este ano de 27 de Junho a 07 de Julho e envolverá aproximadamente 2800 artistas, tanto do Ceará (capital e interior), como também bailarinos, coreógrafos e outros mestres da dança de aproximadamente 13 estados brasileiros e três países do mundo. O FENDAFOR propõe a montagem de um panorama da dança no Ceará apresentando uma programação que permita o diálogo entre bailarinos, coreógrafos e grupos oriundos de diversas localidades, proporcionando um momento único de intercâmbio cultural.

A abertura do FENDAFOR 2017 acontecerá dia 27 de Junho no Cine Teatro São Luis. De 28 de Junho a 8 de Julho o Festival estará no Theatro José de Alencar e na Rede Cuca. Entre as atrações confirmadas na abertura estão Cícero Gomes e Karen Mesquita, primeiros bailarinos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que apresentam o Gran Pás de Deux de “Diana e Actéon”, uma coreografia de Marius Petipa com direção de Ana Botafogo. Cícero Gomes conversou com o DIVIRTA-CE sobre o FENDAFOR e a situação atual da dança no Brasil. Toda a programação do festival, assim como as inscrições para a Mostra Competitiva (que estão abertas até o dia 5 de junho), podem ser acessadas no site www.fendafor.com.br


DIVIRTA-CE - Você participou de várias edições do Fendafor, quase todas. Como é a sua relação com o Festival e o que pretende apresentar esse ano?

CÍCERO GOMES -
Eu tenho a melhor relação possível, inclusive íntima. Quando comecei no Fendafor eu ainda era um adolescente, e me tornei muito amigo do festival e de toda equipe. Eu tenho uma grande admiração e carinho por todos, em especial minha queridíssima Janne, não há como não se apaixonar por ela. Mulher incrível, guerreira, um exemplo de ser humano. Esse ano iremos apresentar um Grand Pás de Deux que já é bastante conhecido, “Diana e Acteon”, a pedido da Janne, por ser seu preferido, que eu e a Karen Mesquita prontamente atendemos.


DIVIRTA-CE - Como surgiu seu interesse pela dança e quais os maiores desafios da profissão de bailarino no Brasil?

CÍCERO GOMES -
Desde criança gosto de dançar e comecei cedo para os padrões brasileiros, com 10 anos. As dificuldades são passageiras, existem muitas: falta de incentivo governamental, preconceito por pensarem de ser elite... um país sem cultura é um país morto. A cultura e a arte vem do povo e para o povo que deve ser apresentado e mostrado. Essa é meu maior desafio, levar arte para qualquer lugar. Essa também é a grande identificação com o Fendafor. Arte para todos!


DIVIRTA-CE - Você é o primeiro bailarino do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e houve, há pouco tempo, uma manifestação exigindo pagamento dos artistas que compõem o elenco daquele espaço cultural. Como você analisa a situação da cultura diante da desastrosa cena política atualmente?

CÍCERO GOMES -
Somos um estado passando por uma crise nunca vista, justamente, as manifestações quando bem esclarecidas e feitas nos trazem bons frutos. Sim, foi feita por nós, mas os benefícios são para todos os servidores estaduais que passam por essa grande covardia.


DIVIRTA-CE -  Quais as responsabilidades de um primeiro bailarino e como você observa o mercado da dança no Brasil?

CÍCERO GOMES -
Responsabilidade de ser observado e seguido por jovens bailarinos. Responsabilidade de não se acomodar. Responsabilidade de sustentar um tÍtulo sonhado por tantos. Trabalho honesto acima de tudo. Pensando bem, seria muito mais fácil ir para Europa (como já fui para estudar) ou EUA, mas “tudo que vem fácil vai fácil”. Eu morava na Inglaterra quando cheguei a essa conclusão: será no Brasil que vou fazer carreira! Não me importa o local, volume de público, tipo de público, devo fazer meu trabalho bem feito, sempre! A dança no Brasil está em constante evolução, um crescimento incrível. Basta dizer que temos brasileiros em todo canto do mundo, inclusive entre os principais.

DIVIRTA-CE -  Qual o Grand Pás de Deux, montagem, de sua preferência, onde você teve maior êxito e prazer no seu trabalho? Em quais palcos internacionais você sentiu mais emoção em representar o Brasil no mundo da dança?

CÍCERO GOMES -
Tenho algumas preferências sim, Don Quixote, O Lago dos Cisnes, L'Arlesienne, La Bayadere... Entre alguns outros. Todos os palcos devem ser respeitados, tenho um carinho e respeito muito grande de estar ali, mas, o meu palco, o preferido, é o da minha casa querida, Theatro Municipal do RJ. Pode parecer piegas, mas não é. A magia dele, só ele tem.

DIVIRTA-CE - Além de se apresentar no Fendafor, você faz parte do júri do Festival. Como é para você ter essa responsabilidade e como você encara o desenvolvimento dos bailarinos e profissionais de dança no Ceará através dos anos que você esteve aqui?

CÍCERO GOMES -
Encaro com grande naturalidade, é um momento de contribuição. Estarei ali para falar tudo, para ajudar. O nosso dever como jurado é auxiliar o professor e o aluno que estará em cena. A dança no Ceará vem crescendo a cada ano. Escolas e professores interessados em galgar conhecimento, sempre estudando e se atualizando. Isso é notório.

CAIXA CULTURAL


LITERATURA BRASILEIRA E MPB CONTEMPORÂNEA DIALOGAM EM SÉRIE DE ESPETÁCULOS 

Coletivo Chama, Thiago Amud e banda Pietá recebem, respectivamente, Miriam Freeland, Julia Lemmertz e Orã Figueiredo para as intervenções poéticas. Os debatedores são Oswald Barroso, José Inácio Vieira de Melo e Fausto Nilo

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 16 a 18 de junho de 2017, a série musical Nascente e Foz: mestres da literatura brasileira e a MPB contemporânea, que une shows, intervenções poéticas e debates para homenagear três grandes nomes da literatura nacional. A cada dia, músicos compositores contemporâneos dialogam com a obra de um grande poeta que tem influência em suas criações. As intervenções cênicas ficam a cargo de um ator convidado e, ao final de cada espetáculo, junta-se ao elenco um convidado para debater com o público a obra do homenageado.

Com direção cênica de Emílio de Mello, esta série musical busca contribuir para a formação de ouvintes para a nova música e leitores para grandes poetas brasileiros. Cada espetáculo tem um roteiro original que evidencia a relação de filiação entre o grupo musical e o autor homenageado no dia com o canto, a performance instrumental e as declamações de trechos de obras literárias.


No primeiro dia, 16 de junho, o Coletivo Chama e a atriz Miriam Freeland homenageiam Mário de Andrade e, em seguida, o elenco recebe o poeta, teatrólogo e jornalista Oswald Barroso para o debate. No dia 17, o homenageado é o escritor Jorge de Lima, levado à cena pelo músico Thiago Amud, com as intervenções poéticas da atriz Julia Lemmertz. Para o debate, o convidado é o poeta, jornalista e produtor cultural José Inácio Vieira de Melo. No terceiro e último dia, a obra em destaque é de Vinicius de Moraes, no espetáculo apresentado pelo grupo Pietá e o ator Orã Figueiredo. Na sequência, o compositor, poeta e arquiteto Fausto Nilo participa do debate com o elenco.



O projeto Nascente e foz surge num momento delicado da relação entre música popular e literatura no Brasil, em que o efêmero, o hipersimplificado e a reciclagem dos subprodutos da cultura de massa predominam no âmbito da música popular, mesmo daquela saudada pela crítica como “cult”. Indo na contramão dessa tendência, na medida em que trazem à baila questões humanas atemporais e cultivam notável artesania estética, Coletivo Chama, Thiago Amud e Pietá atualizam essa vocação dialógica entre música popular e literatura.



Músicos / compositores



Coletivo Chama - É, ao mesmo tempo, uma reunião de músicos, um núcleo de produção cultural e um grupo de reflexão e pesquisa sobre os caminhos da arte e da cultura no Brasil. Atua no âmbito de uma “estética da palavra”, com “domínio técnico pleno e delicadeza das formas”, como define Marcos Lacerda, doutor em Sociologia pela UERJ e diretor do Centro de Música da FUNARTE.



Thiago Amud - Compositor, arranjador, cantor e violonista, assina letra e música da maior parte de suas composições e é também parceiro de artistas como Guinga e Francis Hime. “Thiago Amud tem atitude vanguardista culta e excelente tratamento técnico”, afirma Caetano Veloso.



Banda Pietá - Formada pela cantora natalense Juliana Linhares e pelos músicos cariocas Frederico Demarca e Rafael Lorga, se destaca no cenário musical ancorada na voz arrebatadora de Juliana e nas composições de rara qualidade, assinadas por Rafael e Frederico, e também destes em parceria com nomes como Thiago Thiago de Melo (filho do poeta amazonense Thiago de Melo), Marcelo Fedrá e Renato Frazão.



Serviço:



Música: Nascente e Foz: mestres da literatura brasileira e a MPB contemporânea

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 16 a 18 de junho de 2017

Dia 16: Homenagem a Mário de Andrade, com Coletivo Chama e atriz Miriam Freeland. Debate com Oswald Barroso e elenco.

Dia 17: Homenagem a Jorge de Lima, com músico Thiago Amud e atriz Julia Lemmertz. Debate com José Inácio Vieira de Melo e elenco.

Dia 18: Homenagem a Vinícius de Moraes, com banda Pietá e ator Orã Figueiredo. Debate com Fausto Nilo e elenco.

Horários: sexta-feira e sábado às 20h | domingo, às 19h

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Classificação indicativa: Livre

Vendas a partir de 15/06, das 10h às 20h, na bilheteria do local (venda restrita a quatro ingressos por pessoa, sendo dois ingressos por sessão)

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local